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Júnior, Pleno e Sênior: entenda as diferenças

Júnior, Pleno e Sênior

O mundo dos negócios definitivamente não é linear. As grandes empresas e corporações abrigam diversos cargos dentro de si mesmas, os quais são subdivididos entre outros vários cargos que operam e contribuem para o funcionamento e andamento de tal organização. E assim como em diversas outras categorias, o mundo dos negócios também possui um sistema de hierarquização entre seus próprios membros e funcionários.

Essas hierarquizações servem, muitas vezes, como uma forma de organização de funções dentro das corporações, já que é extremamente importante saber definir funções à medida que as operações de cada funcionário aumentam, assim como o quadro de atuação e de colaboradores de cada um. E para se fazer isso, costuma-se dividir os funcionários entre Júnior, Pleno ou Sênior.

Apesar disso, antes de se realizar efetivamente esta categorização é preciso conhecer muito bem cada profissional, saber de suas experiências, formações e as maneiras e técnicas de que ele utiliza para a realização do trabalho – a fim de não somente aplicar uma nomenclatura correta como, também, organizar de maneira certa.

E esta organização faz com que todos os funcionários que compõem uma empresa possam conhecer e respeitar a hierarquia de cargos de tal organização, sabendo como se referir à certa pessoa, quem buscar para tal coisa e, também, aprender até onde elas mesmas podem chegar dentro de suas respectivas jornadas dentro da corporação. Sendo assim, saiba agora a diferença entre Júnior, Pleno e Sênior.

O que é Júnior?

O júnior é, geralmente, aquele profissional dentro da empresa que recém se formou – mas que nem por isso deixa de ser uma peça importante e essencial para a composição da organização. Sendo assim, ele costuma ter um período menor de experiências, além de desenvolver e atuar em funções relativamente menos complexas do que a de demais servidores.

De um profissional desse, costuma-se até exigir conhecimentos mais técnicos e habilidades um pouco mais específicas do que o comum, mas nunca algo tão aprofundado dentro de sua função. Por exemplo, se um Júnior desempenha o trabalho de programador dentro de uma empresa, é compreensível que seja exigido, pelo menos, uma programação através de TypeScript, mas não necessariamente em uma linguagem de programação Bash/Shell.

Dessa forma, pode-se estipular que um funcionário Júnior pode ser um graduado ou ainda estar em sua graduação, e que não possui muito tempo de atuação dentro do mercado de trabalho, em média de 2 à 4 anos de experiência na área. Além disso, o número de funções de funções atribuídas à sua atuação é bem limitada, sendo que ele costuma desenvolver trabalhos com auxílio ou, até mesmo, em grupos.

O que é Pleno?

Diferente do Júnior, o Pleno é um profissional que já possui uma graduação em seu currículo, a qual muitas vezes é feita na área de Comunicação e Marketing, ou até mesmo pós-graduado. Dessa forma, ele possui um tempo de experiência de atuação dentro de uma determinada área maior do que um funcionário Júnior.

Sendo assim, funções de maior complexidade e importância costumam ser atribuídas à sua atuação dentro da empresa – mas isso não faz com que ele tenha liberdade efetiva para tomar qualquer decisão por si próprio sempre, podendo depender da aprovação de seus superiores em suas decisões.

Apesar de ainda depender do “aval” de seus superiores, o funcionário Pleno ainda sim pode ser o coordenador de equipes de trabalho ou, até mesmo, de projetos que possuem uma complexidade maior do que os dos demais funcionários. O Diretor de Arte é um exemplo de funcionário Pleno, já que ele já dirige e gerencia uma série de pessoas que compõem a sua equipe, mas mesmo assim, não possui o caráter e o título de Sênior.

Servidores de nível Pleno costumam ter uma maior experiência dentro do mercado de trabalho do que a maioria dos funcionários, com uma atuação que varia, em média, de 3 à 7 anos. As áreas nas quais eles costumam ter maior experiência sãos as Comerciais e de Comunicação. Já as que costumam ter menor tempo de aprendizado prático, são as de Tecnologia – devido ao fato de que muitas das linguagens são extremamente recentes.

O que é Sênior?

Este sim, costuma possuir um nível hierárquico que o coloca acima de todos, ou quase todos, demais funcionários que compõem a empresa onde trabalha. Apesar de não necessariamente possuir uma graduação ou pós-graduação, mesmo que seja algo que venha a contribuir muito para o seu trabalho, o funcionário Sênior está apto para desenvolver funções muito mais complexas do que as exigidas para os outros cargos da empresa – como o Júnior e o Pleno.

Uma característica principal se destaca entre estes funcionários: suas responsabilidades são altíssimas, e os mesmos possuem uma grande autonomia para a tomada de decisões. Além disso, mesmo que não tenham uma graduação específica, o seu grande nível e tempo de experiência faz com que eles possuam conhecimentos muito mais aprofundados dentro da sua área de atuação, sendo excepcionalmente aptos para gerenciarem não só projetos, como também equipes.

Como já citado anteriormente, o funcionário Sênior costuma ter um tempo de experiência muito maior do que os demais, com um período de atuação que varia entre os 5 e os 10 anos de experiência – independentemente da área. E o seu maior tempo de atuação faz com que estes funcionários tenham um domínio técnico muito mais específico e completo dentro de sua área de atuação, além de já ter, geralmente, exercido diferentes cargos de gestão dentro de uma empresa.

Mas, quem é o Master que compõe uma empresa?

Bom, além dos níveis de Júnior, Pleno e Sênior, que representam respectivamente os diferentes cargos de hierarquia dentro de uma empresa, um outro nível é atribuído a um funcionário dentro de algumas empresas: um tal de Master. Não são todas, mas algumas empresas denominam de Master o funcionário que está um nível acima dos tão grandiosos seniores.

Dessa forma, pode-se dizer que o Master possui um tempo de experiência superior a todos os outros funcionários que compõem a empresa em questão. Sua experiência costuma passar de 10 anos, o que faz com que ele tenha um domínio muito mais técnico e aprofundado do que os demais servidores, além de possuir habilidades extremamente específicas para o cargo – o que era um maior reconhecimento dentro do mercado.

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